Dia Mundial da Incontinência: 14 dados que desconhecia sobre a incontinência masculina

Embora seja cada vez mais fácil falar sobre o tema, a masculina continua envolta em silêncios e mitos. Muitos homens normalizam as perdas de urina durante anos sem compreender bem por que razão acontecem.

Por ocasião do Dia Internacional da Incontinência, reunimos 14 dados essenciais sobre a incontinência urinária nos homens. Informação baseada em estudos atualizados e revista por um urologista para o ajudar a compreender o que está a acontecer e a dimensionar o problema com clareza.

Conhecer os factos é o primeiro passo para enfrentar este problema com maior tranquilidade.

1. A INCONTINÊNCIA MASCULINA AFETA MILHÕES DE HOMENS EM TODO O MUNDO

A urinária não é um problema raro nem excecional. Segundo o capítulo Urinary Incontinence de StatPearls (NCBI Bookshelf), a prevalência nos homens pode situar-se aproximadamente entre 5% e 30%, dependendo da idade e da população estudada, com um aumento claro à medida que a população envelhece.

Embora costume estar mais associada às mulheres, estes dados confirmam que também se trata de um problema frequente na população masculina. Em Espanha, a Associação Espanhola de Urologia (AEU) estima que 1 em cada 4 homens terá perdas de urina em algum momento da sua vida, especialmente a partir dos 40 anos, segundo refere o iMedico Hospitalario.

Não se trata de uma exceção. É uma realidade frequente, ainda que raramente seja comentada.

2. A INCONTINÊNCIA MASCULINA NÃO É APENAS UM PROBLEMA DE HOMENS IDOSOS

Pensar que a urinária surge apenas em idades muito avançadas é um erro frequente. Embora a prevalência aumente com a idade, pode também manifestar-se em homens mais jovens, sobretudo quando existem fatores como cirurgia prostática, excesso de peso, doenças neurológicas ou perturbações do trato urinário.

O capítulo “Urinary Incontinence” de StatPearls (NCBI Bookshelf) refere que a prevalência aumenta progressivamente com o envelhecimento, mas não se limita à terceira idade, uma vez que intervêm múltiplos fatores clínicos e funcionais.

Identificá-la atempadamente evita que muitos homens a normalizem durante anos e reduz o atraso na procura de consulta com o especialista.

3. AS PERDAS DE URINA TAMBÉM PODEM SURGIR DURANTE O DESCANSO NOTURNO

A nem sempre se manifesta apenas durante o dia. Para muitos homens, o problema surge durante a noite sob a forma de noctúria, isto é, a necessidade de se levantar duas ou mais vezes para ir à casa de banho.

A noctúria não é considerada uma forma de incontinência urinária, mas sim um sintoma do trato urinário inferior que pode coexistir com ela. É frequente na população masculina e aumenta com a idade. O artigo A rude awakening: management of nocturia in men, liderado pelo Dr. James Kovacic, refere que a sua prevalência aumenta significativamente em homens mais velhos, confirmando que não se trata de uma situação isolada, mas de um fenómeno comum no envelhecimento masculino.

Mais do que o número de vezes que alguém se levanta, o relevante é o impacto: os despertares noturnos fragmentam o sono e podem traduzir-se em cansaço, menor capacidade de concentração e sensação de não ter descansado adequadamente.

Dormir mal não deveria tornar-se rotina. Identificar a noctúria como parte de um problema urinário ajuda a compreender melhor o que está a acontecer.

4. A INCONTINÊNCIA TAMBÉM PODE AFETAR A VIDA SEXUAL E A CONFIANÇA PESSOAL

As perdas de urina não têm apenas impacto físico. Para muitos homens, influenciam diretamente a vida íntima e a forma como se sentem consigo próprios. Os sintomas urinários do trato inferior (LUTS) e a têm sido associados à disfunção erétil em múltiplos estudos epidemiológicos. O receio de um escape ou a insegurança em determinadas situações pode reduzir a espontaneidade e gerar ansiedade.

Livro Branco da Carga Socioeconómica da Incontinência Urinária em Espanha refere que, nos homens, a bexiga hiperativa está associada a uma maior prevalência de disfunção erétil, bem como a menor atividade e satisfação sexual, relacionadas com os sintomas urinários. Além disso, o documento indica que a urinária pode associar-se a sentimentos de vergonha, isolamento social e diminuição da autoestima, sobretudo quando os sintomas são persistentes.

Dar nome a este impacto ajuda a deixar de o viver em silêncio e a compreender que se trata de uma consequência frequente, e não de uma experiência isolada.

5. MUITOS HOMENS DEMORAM DEMASIADO TEMPO A CONSULTAR O ESPECIALISTA

Apesar do impacto que pode ter no dia a dia, a consulta médica costuma ser adiada. Diversos estudos populacionais internacionais mostram que muitos homens retardam a consulta médica por vergonha, normalização dos sintomas ou desconhecimento das opções terapêuticas. Segundo um inquérito publicado pelo New York Post, cerca de 60% dos homens com mais de 60 anos com nunca mencionaram o problema ao médico, e mais de 50% esperam pelo menos um ano antes de procurar um especialista.

Este atraso na procura de cuidados médicos pode prolongar desnecessariamente o impacto dos sintomas na qualidade de vida.

6. MUITOS HOMENS DESCONHECEM AS SOLUÇÕES ESPECÍFICAS PARA A INCONTINÊNCIA MASCULINA

O desconhecimento continua a ser elevado. Muitos homens com não sabem que existem absorventes concebidos especificamente para a anatomia masculina. Perante esta falta de informação, alguns recorrem a alternativas como pensos femininos, papel higiénico ou roupa interior dupla.

Estas soluções não específicas podem provocar fugas, humidade constante e irritações cutâneas. O estudo Urinary Incontinence, liderado por Stephen W. Leslie, refere que o contacto repetido da pele com a urina altera a barreira cutânea, favorece a maceração e pode provocar irritação e inflamação.

Conhecer a existência de produtos concebidos para o corpo masculino permite gerir as perdas com maior conforto e discrição.

7. O ESFÍNCTER URINÁRIO E A PRÓSTATA TÊM UM PAPEL FUNDAMENTAL NA INCONTINÊNCIA MASCULINA

Nos homens, o controlo da urina depende em grande parte do bom funcionamento do esfíncter urinário, o músculo que fecha a passagem da urina desde a bexiga. Quando este se enfraquece ou sofre lesão, podem surgir perdas urinárias. A após prostatectomia radical pode afetar aproximadamente 5–20% dos doentes a longo prazo, dependendo da técnica cirúrgica e da experiência do cirurgião.

A continência urinária masculina depende da coordenação adequada entre a bexiga e o esfíncter uretral, responsável por fechar a passagem da urina. O capítulo Urinary Incontinence” de StatPearls (NCBI Bookshelf) descreve que o dano ou a fraqueza do esfíncter pode provocar perdas urinárias, sobretudo quando existe uma alteração estrutural ou neurológica.

As guidelines da European Association of Urology (EAU) indicam que a cirurgia prostática, particularmente a prostatectomia radical realizada no tratamento do cancro da , constitui uma causa reconhecida de incontinência urinária masculina devido ao possível comprometimento do mecanismo esfincteriano.

A literatura clínica descreve a incontinência pós-prostatectomia como uma das complicações mais frequentes após este tipo de intervenção, o que confirma que as perdas urinárias no homem têm frequentemente uma base anatómica e funcional identificável.

8. O PAVIMENTO PÉLVICO INFLUENCIA (E MUITO) O CONTROLO URINÁRIO MASCULINO

Com o passar dos anos, fatores como o envelhecimento, o sedentarismo ou o excesso de peso podem enfraquecer a musculatura envolvida no controlo urinário. Entre elas encontra-se o pavimento pélvico masculino, essencial para manter o fecho uretral.

A American Urological Association (AUA) recomenda oferecer treino do pavimento pélvico aos homens que apresentam após tratamento prostático, como parte da abordagem inicial.

Além disso, revisões sistemáticas publicadas na Cochrane Library avaliaram o treino da musculatura do pavimento pélvico em homens, especialmente após prostatectomia, como intervenção destinada a melhorar a continência.

Estes dados confirmam que o pavimento pélvico não é apenas uma questão feminina, mas também um componente relevante da saúde urinária masculina.

9. A INCONTINÊNCIA TEM UM IMPACTO REAL NA QUALIDADE DE VIDA

Para além do sintoma em si, a urinária pode influenciar decisões quotidianas. Alguns homens começam a planear as saídas em função da proximidade de uma casa de banho, reduzem determinadas atividades ou limitam viagens e encontros sociais.

estudo populacional EPIC, publicado na revista European Urology, demonstrou que os homens com incontinência apresentam pontuações mais baixas nas escalas de qualidade de vida relacionadas com autonomia e participação social. Este impacto afeta diretamente o bem-estar geral dos doentes.

Em Espanha, o Livro Branco da Carga Socioeconómica da Incontinência Urinária também descreve consequências no plano social e emocional, indicando que a incontinência pode influenciar a participação social e a perceção de bem-estar.

Estes dados confirmam que não se trata apenas de um incómodo pontual, mas de uma condição que pode afetar significativamente a rotina diária e a qualidade de vida.

10. A BEXIGA TEM UMA CAPACIDADE LIMITADA E NEM SEMPRE AVISA QUANDO ESTÁ CHEIA

Num adulto saudável, a bexiga pode armazenar entre 300 e 400 mililitros de urina durante o dia, o equivalente aproximado a um ou dois copos de água, segundo revisões clínicas como StatPearls – Physiology, Micturition (NCBI Bookshelf). No entanto, a capacidade funcional vesical pode variar amplamente entre indivíduos e é influenciada por fatores como a idade, a ingestão hídrica e a presença de patologia urológica.

Durante a noite, o organismo aumenta a secreção da hormona antidiurética (ADH), reduzindo a produção de urina e permitindo dormir várias horas sem necessidade de urinar. Alterações neste mecanismo podem contribuir para a noctúria, como descrito em StatPearls – Nocturia.

Na , podem ocorrer contrações involuntárias do músculo detrusor antes de a bexiga atingir a sua capacidade habitual. Isto explica por que alguns homens sentem urgência miccional com volumes relativamente baixos ou de forma repetida.

11. NEM TODAS AS INCONTINÊNCIAS SÃO IGUAIS

Quando se fala de urinária, nem sempre se distingue entre os diferentes tipos. No entanto, identificar qual predomina ajuda a compreender melhor o problema.

International Continence Society (ICS) define a  como a perda involuntária de urina associada a esforços físicos como tossir ou rir; a incontinência urinária de urgência como a perda acompanhada ou precedida de uma necessidade súbita e intensa de urinar; e a incontinência mista como a combinação de ambas.

Tal como explica o Dr. Miguel Ángel Rodríguez Cabello, cirurgião especialista em Urologia e Andrologia do Hospital Universitário La Moraleja, a incontinência urinária – ou seja, a perda involuntária de urina – pode manifestar-se de diferentes formas. A mais frequente é a incontinência de esforço, que surge ao tossir, rir, saltar ou fazer exercício. Existe também a , quando aparece uma vontade súbita e intensa de urinar e não se chega a tempo à casa de banho. Muitas pessoas apresentam uma forma mista, que combina ambas. Nos homens, a forma mais frequente é a incontinência de esforço após cirurgia prostática, enquanto na população geral predominam os sintomas de urgência.

Além disso, existem outros tipos menos conhecidos. A incontinência por transbordamento ocorre quando a bexiga não se esvazia corretamente e surgem pequenas perdas contínuas. A incontinência contínua implica uma perda permanente de urina, geralmente associada a alterações anatómicas ou a determinadas cirurgias. Noutros casos, o problema não reside propriamente no sistema urinário, mas na impossibilidade de chegar à casa de banho a tempo devido a limitações físicas ou cognitivas; é o que se designa por incontinência funcional.

Distinguir o tipo de incontinência permite orientar melhor o tratamento e adaptar as intervenções a cada caso.

12. A INCONTINÊNCIA COSTUMA COEXISTIR COM OUTROS PROBLEMAS DE SAÚDE

A urinária raramente surge de forma isolada. Revisões clínicas como StatPearls – Urinary Incontinence referem que fatores como obesidade, diabetes e outras doenças crónicas podem associar-se a maior risco de desenvolver sintomas urinários.

Além disso, quando as perdas não são geridas adequadamente, a exposição prolongada da pele à humidade pode favorecer o aparecimento de dermatite associada à incontinência, como referido em revisões clínicas especializadas.

Em alguns casos, alterações do esvaziamento vesical também podem aumentar o risco de infeções urinárias, como descrito em revisões médicas sobre patologia do trato urinário.

Abordar a incontinência implica, por isso, considerar o estado geral de saúde e não apenas o sintoma isolado.

13. O GOTEJAMENTO PÓS-MICCIONAL TAMBÉM É UMA FORMA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA

Depois de urinar, alguns homens notam um pequeno gotejamento ao apertar as calças ou ao começar a movimentar-se. Este fenómeno, conhecido como gotejamento pós-miccional, não é apenas um incómodo: é classificado entre os sintomas pós-miccionais do trato urinário inferior, embora clinicamente possa ser considerado uma forma ligeira de urinária.

International Continence Society (ICS) define-o como uma perda involuntária de urina após terminar a .

Revisões clínicas como StatPearls – Post-Micturition Dribble explicam que normalmente se deve à permanência de pequenas quantidades de urina na uretra após urinar, frequentemente relacionada com fraqueza da musculatura do pavimento pélvico ou do músculo bulbocavernoso.

O facto de ser uma perda de urina ligeira não significa que não tenha relevância clínica. Identificar o tipo de perda de urina corretamente permite abordá-la de forma adequada.

14. OS “REMÉDIOS CASEIROS” NÃO FUNCIONAM (E POR VEZES AGRAVAM O PROBLEMA)

Quando surgem as primeiras perdas, alguns homens recorrem a soluções improvisadas: papel higiénico, pensos femininos ou roupa interior dupla. No entanto, estas soluções improvisadas não foram concebidas para a anatomia masculina nem para gerir adequadamente a humidade e o odor da urina.

A utilização de soluções não específicas pode provocar fugas, humidade constante e irritações cutâneas.

Existem protetores desenvolvidos especificamente para o corpo masculino, preparados para absorver rapidamente a urina, manter a pele seca e ajudar a controlar o odor.

Continuar a improvisar não resolve o problema. Conhecer as opções adequadas permite geri-lo com maior discrição e tranquilidade.

Falar de  masculina com informação clara é uma forma de recuperar o controlo. As perdas de urina são frequentes, podem ter diferentes causas e não devem ser simplesmente assumidas como algo “normal”.

Se notar escapes, gotejamento após urinar ou urgência difícil de controlar, convém falar com um profissional de saúde para avaliar o caso de forma individual. Ao mesmo tempo, saber que existem soluções específicas para o dia a dia pode fazer uma diferença importante em termos de conforto e discrição.

Compreender o que está a acontecer permite tomar decisões com maior serenidade. A incontinência masculina tem causas identificáveis, abordagens possíveis e soluções adaptadas. O primeiro passo é informar-se; o seguinte é consultar e agir com critério. Se as perdas forem persistentes, a avaliação médica permitirá identificar a causa e aceder a tratamentos eficazes, que podem ir desde medidas conservadoras até terapêuticas farmacológicas ou cirúrgicas.


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Informação importante:

O conteúdo deste artigo é avalizado pelo Dr. Arturo Platas Sancho, Chefe do Serviço de Urologia do Campus Sanitas La Moraleja, Hospital Universitário La Moraleja, e pelo Dr. Miguel Ángel Rodríguez Cabello, cirurgião especialista em Urologia e Andrologia do Hospital Universitário La Moraleja.

A informação contida neste artigo tem caráter meramente informativo e não substitui, em caso algum, o diagnóstico ou o tratamento médico. Perante qualquer sintoma ou dúvida relacionada com a urinária, consulte sempre o seu médico ou profissional de saúde. As fontes médicas consultadas para a elaboração destes conteúdos não prescrevem nem recomendam qualquer produto.

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