Pavimento pélvico masculino: cinco hábitos para evitar perdas de urina
O pavimento pélvicomasculino desempenha uma função essencial no controlo urinário. Quando perde força ou coordenação, podem surgir perdas de urina que afetam a segurança e a rotina diária. A boa notícia é que esta musculatura pode ser trabalhada. Para além da teoria, existem hábitos quotidianos que influenciam diretamente a sua resistência e o seu funcionamento.
Embora o enfraquecimento do pavimento pélvico possa contribuir para as perdas de urina, no homem os escapes também podem estar relacionados com problemas prostáticos, , infeções urinárias, doenças neurológicas ou efeitos secundários de determinados tratamentos. Por esse motivo, uma avaliação médica é importante caso os sintomas surjam ou progridam.
Estas cinco mudanças podem ajudá-lo a fortalecer o pavimento pélvico e a prevenir perdas de urina antes que se agravem.
O pavimento pélvico masculino é um daqueles temas que quase nenhum homem menciona… até começar a dar sinais.
Um pequeno escape ao tossir, aquela urgência incómoda quando está numa reunião e não pode levantar-se sem chamar a atenção. A sensação persistente de que não esvazia completamente a bexiga, mesmo depois de sair da casa de banho… Estas são situações habituais quando surgem os primeiros escapes ou pequenas perdas de urina.
No início pode parecer algo pontual, um dia isolado, uma coincidência. Depois repete-se. Começa a prestar atenção, começa a antecipar-se. Sem se aperceber, modifica o seu comportamento. Bebe menos água antes de sair, procura a casa de banho assim que entra num local, sente desconforto ao rir alto ou ao fazer esforço. E tudo isso, mesmo que ninguém o note, pesa. Se lhe está a acontecer, a primeira coisa a saber é esta: é mais comum do que parece. E a segunda, ainda mais importante: pode ser trabalhado.
O pavimento pélvico masculino atua como um sistema de suporte que contribui para sustentar a bexiga, a uretra e o reto e como um mecanismo de controlo que ajuda a fechar a uretra quando necessário. Ativa-se automaticamente ao tossir, espirrar ou levantar peso para evitar que a urina escape quando não deve. Quando funciona bem, nem se lembra do pavimento pélvico. Está ali, a fazer o seu trabalho em silêncio. Quando perde força ou coordenação, começa a fazer-se notar.
O estudo “Urinary Incontinence in Male”, liderado por J. Quentin Clemens e publicado em 2025 na UpToDate, concluiu que uma percentagem significativa de homens com mais de 65 anos sofre de incontinência urinária. A urinária afeta aproximadamente 5 a 15% dos homens mais velhos, aumentando com a idade e após cirurgia prostática. Isto significa que não é um caso isolado: acontece a muitos homens. No entanto, o facto de ser frequente não significa que tenha de se resignar nem que deva simplesmente normalizar a situação.
Há margem para melhorar. Existem hábitos quotidianos que influenciam diretamente a resistência e a coordenação dos masculino e que podem ajudá-lo a recuperar o controlo.
Assim, mostramos-lhe quais são, mas primeiro é importante compreender…
COMO O PAVIMENTO PÉLVICO AJUDA A EVITAR AS PERDAS DE URINA NO HOMEM?
Imagine uma espécie de rede muscular que sustenta a bexiga a partir de baixo. Essa é uma forma simples de compreender o pavimento pélvico masculino.
A sua função principal é fechar corretamente a uretra para que a urina não escape quando não deve. Quando tosse, ri, levanta peso ou se levanta bruscamente, esses músculos deveriam ativar-se automaticamente para evitar perdas de urina. Se existir fraqueza ou alteração na sua coordenação, esta ativação pode ser insuficiente.
É então que podem surgir pequenas perdas de urina, sobretudo em situações que aumentam a pressão dentro do abdómen. A capacidade de reter a urina não depende apenas da bexiga. É o resultado da coordenação entre músculos, nervos e pressão abdominal. Quando o pavimento pélvico perde força ou resistência, o sistema perde eficácia.
Além disso, o impacto não é apenas físico. A urinária masculina também pode afetar a segurança pessoal e a confiança em situações quotidianas.
A revisão “Current Management of Post-radical Prostatectomy Urinary Incontinence”, liderada pelo Dr. Wang e publicada em 2021 na revista Frontiers in Surgery, indica que o treino do pavimento pélvico faz parte habitual da abordagem após cirurgia prostática. Isto reforça uma ideia fundamental: fortalecer esta musculatura.
SINTOMAS DE PAVIMENTO PÉLVICO ENFRAQUECIDO NOS HOMENS
Raramente o pavimento pélvico masculino falha de forma repentina. O habitual é dar sinais. Pode começar com um pequeno gotejamento depois de terminar de urinar ou com a sensação de que precisa de fazer um pouco mais de esforço para esvaziar a bexiga. Por vezes, ao rir, tossir ou fazer esforço, escapa uma gota. Também pode surgir uma urgência súbita que o obriga a procurar a casa de banho com ansiedade ou a levantar-se várias vezes durante a noite.
Entre os sintomas mais frequentes de um pavimento pélvico enfraquecido nos homens encontram-se:
• Gotejamento após terminar de urinar
• Perdas de urina ao tossir, rir ou levantar peso
• Dificuldade em iniciar a
• Sensação de esvaziamento incompleto
• Jato urinário fraco ou intermitente
• Necessidade de fazer esforço para terminar de urinar
• Urgência urinária difícil de adiar
• Aumento da frequência urinária noturna
Se algum destes sinais o incomodar ou começar a condicionar a sua rotina, convém prestar atenção. Nas fases iniciais, ajustar determinados hábitos diários pode ajudar a melhorar estes sintomas e a reforçar a musculatura antes que as perdas se agravem.
No entanto, embora o enfraquecimento do pavimento pélvico possa contribuir para as perdas, no homem os escapes também podem estar associados a problemas prostáticos, , infeções urinárias, doenças neurológicas ou efeitos secundários de determinados tratamentos. Por esse motivo, é importante fazer uma avaliação médica adequada, se os sintomas surgirem ou evoluírem.
Sempre que faz força para evacuar, aumenta a pressão dentro do abdómen. Essa pressão não fica apenas “acima”. Desce diretamente para a base da pélvis, onde o pavimento pélvico sustenta a bexiga e o intestino. Se este aumento de pressão ocorrer de forma ocasional, o organismo tolera-o. O problema surge quando se repete durante meses ou anos.
Se costuma sofrer de obstipação e necessita de fazer muita força para evacuar, ou passa vários dias sem ir à casa de banho e sente sempre a sensação de esvaziamento incompleto, o seu pavimento pélvico está a suportar uma carga constante. É como pedir a um músculo que suporte peso extra todos os dias sem descanso. A obstipação crónica também pode afetar a função nervosa e muscular do pavimento pélvico.
Além disso, quando o intestino está cheio e distendido ocupa mais espaço na pélvis e pode pressionar a bexiga. Isso pode traduzir-se em maior urgência urinária, maior sensação de “não aguento” ou até pequenos escapes de urina.
A guia clínica “EAU Guidelines on Non-Neurogenic Male Lower Urinary Tract Symptoms”, publicada em 2024 pela European Association of Urology, inclui a correção da obstipação como parte da abordagem conservadora em homens com incontinência urinária. Não é por acaso: reduzir a pressão abdominal repetida faz parte do cuidado do pavimento pélvico.
Melhorar este aspeto não implica mudanças drásticas, mas sim consistência:
• Aumentar progressivamente a ingestão de fibra, sem o fazer de forma abrupta
• Incluir frutas com casca, legumes variados e leguminosas várias vezes por semana
• Beber água suficiente para que a fibra possa cumprir a sua função
• Não adiar sistematicamente a vontade de evacuar
• Evitar permanecer demasiado tempo sentado na sanita a fazer esforço
Reduzir o esforço repetido é uma das formas mais diretas de proteger o pavimento pélvico a médio e longo prazo.
Permanecer longos períodos sentado na sanita – muitas vezes devido à distração com o telemóvel – é um hábito mais prejudicial do que parece.
Nesta posição, o pavimento pélvico encontra-se numa situação de maior vulnerabilidade: os músculos estão relaxados e “abertos”, mas ao mesmo tempo suportam o peso das vísceras e a pressão de qualquer esforço. Se prolongar este estado e ainda fizer força para evacuar, submete os tecidos a um estiramento crónico que pode contribuir para o enfraquecimento progressivo e alterar a função muscular e nervosa.
O ideal é ir à casa de banho apenas quando a necessidade é real, manter uma postura fisiológica correta (com os joelhos ligeiramente elevados) e não permanecer ali mais de 5 a 10 minutos. Se a evacuação não ocorrer, é preferível levantar-se, caminhar e tentar novamente mais tarde.
2. BEBA ÁGUA REGULARMENTE E NÃO FORCE O ESVAZIAMENTO
Quando surgem escapes, é habitual reagir reduzindo a ingestão de água. Parece lógico: se beber menos, urina menos. No entanto, o organismo não funciona de forma tão simples.
Quando a hidratação é insuficiente, a urina torna-se mais concentrada. Isso pode irritar a bexiga e aumentar a sensação de urgência. No final, pode acabar por ir à casa de banho com mais frequência e com menor margem de controlo.
Manter uma hidratação regular ao longo do dia ajuda a que a bexiga funcione em condições mais estáveis. Não é necessário obsessão com números exatos, mas regra geral recomenda-se uma ingestão aproximada de 1,5 a 2 litros de água por dia, salvo indicação médica em contrário. Uma referência prática é que a urina tenha cor clara e que não sinta sede constante.
Também é importante ter atenção a alimentos e bebidas irritantes da bexiga.
Se as perdas estiverem associadas à urgência urinária, convém avaliar os hábitos alimentares. A cafeína, a teína, o álcool, as bebidas gaseificadas e os alimentos muito picantes são alguns exemplos de substâncias que podem agravar a urinária de urgência.
Também importa a forma como urina.
Fazer força para terminar mais depressa, sobretudo quando está fora de casa ou com pressa, aumenta a pressão abdominal e volta a sobrecarregar a musculatura pélvica. Urinar deve ser um processo relaxado. Sentar-se se necessário, aguardar alguns segundos e permitir que a bexiga se esvazie sem esforço reduz tensões desnecessárias.
Ir à casa de banho “por precaução” de forma constante também não ajuda. Parte do treino vesical consiste em aprender a responder à necessidade real, e não antecipar-se sempre por receio. Se cada vez que sente a mínima sensação corre para a casa de banho, o limiar de urgência pode tornar-se mais sensível com o tempo.
O guia clínico EAU Guidelines on Non-Neurogenic Male Lower Urinary Tract Symptoms (2024) recomenda avaliar a frequência urinária no contexto individual de cada homem. Em termos simples: não se compare com os outros; observe se o seu padrão mudou, se interfere na sua rotina e se começa a gerar preocupação.
3. PERANTE OS PRIMEIROS ESCAPES, AJA
Um dos maiores problemas do pavimento pélvico é o silêncio. Muitos homens esperam demasiado tempo antes de fazer algo. Minimiza-se o problema ou atribui-se simplesmente à idade. Ajusta-se o comportamento — localizar casas de banho, reduzir líquidos, evitar certas situações — em vez de abordar a causa.
Vigiar os sintomas significa prestar atenção à sua evolução. Se os escapes se tornam mais frequentes, se a urgência surge com menos margem de reação ou se a sensação de insegurança aumenta, é altura de agir, especialmente se houver antecedentes de cirurgia prostática ou doenças neurológicas.
Agir atempadamente não significa recorrer imediatamente a medicação ou cirurgia. As orientações europeias incluem o treino do pavimento pélvico e a modificação de hábitos como parte do tratamento.
Isto reforça uma ideia importante: nas fases iniciais, existem medidas que dependem de si.
Quanto mais cedo ajustar hábitos e trabalhar a musculatura, maior a probabilidade de recuperar o controlo e evitar que as perdas de urina evoluam.
4. CONHEÇA OS MÚSCULOS DO SEU PAVIMENTO PÉLVICO
Não é possível fortalecer um músculo que não sabe ativar. Pode pensar que está a contrair o pavimento pélvico quando, na realidade, está a contrair os glúteos ou o abdómen. Isso não produz o efeito desejado.
Para identificar corretamente o músculo, pode tentar interromper o jato de urina uma única vez, apenas como referência para reconhecer a sensação. Não transforme isto numa prática habitual, pois interromper repetidamente a não é recomendável.
Quando ativa corretamente o pavimento pélvico, deverá sentir uma elevação interna e uma sensação de fecho à volta do ânus. Não deve haver contração intensa do abdómen nem movimento visível nos glúteos ou nas coxas. A respiração deve manter-se natural. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas falta de coordenação. O músculo existe, mas não se ativa no momento adequado. Por exemplo, deveria contrair-se automaticamente antes de tossir, rir ou levantar peso. Se essa ativação não ocorre, é quando pode surgir o escape.
Dedicar alguns minutos por dia a localizar e sentir essa contração melhora a qualidade do treino posterior e facilita que a resposta automática seja mais eficaz.
Se for difícil identificar a contração correta, a fisioterapia especializada em pavimento pélvico pode ajudar através de técnicas como biofeedback ou ecografia funcional.
5. O PAVIMENTO PÉLVICO TAMBÉM SE TREINA
Quando pensamos em força, costumamos associá-la às pernas, às costas ou ao abdómen. Mas o pavimento pélvico também é musculatura. E, como qualquer músculo, responde ao treino.
Manter a força do pavimento pélvico exige regularidade. O exercício básico consiste em contrair a musculatura durante alguns segundos e depois relaxar. Repetir esta sequência várias vezes por dia ajuda a melhorar tanto a força como a resistência muscular.
Não se trata de fazer uma sessão intensa e esquecer durante semanas. Tal como em qualquer treino, a regularidade é mais importante do que a intensidade. Integre pequenas repetições na rotina diária.
A melhoria raramente é imediata. O importante é transformar este treino num hábito. Tal como escovar os dentes, pequenas repetições diárias geram mudanças acumulativas.
COMO GERIR O DIA A DIA COM DISCRIÇÃO
Enquanto fortalece o seu pavimento pélvico, pode necessitar de apoio adicional – e isso é perfeitamente razoável.
Atualmente existem produtos absorventes como TENA Men, desenvolvidos especificamente para homens, adaptados à anatomia masculina e concebidos para passar despercebidos sob a roupa. Permitem continuar a sua rotina profissional, praticar desporto ou sair com amigos sem a tensão constante que os escapes de urina podem provocar.
A tranquilidade mental também faz parte do bem-estar. Sentir-se protegido reduz a antecipação e a insegurança associadas a possíveis perdas e facilita enfrentar o dia com maior confiança. Gerir pequenos escapes com discrição não significa desistir; significa conquistar margem de ação enquanto trabalha para fortalecer o pavimento pélvico e melhorar progressivamente o controlo.
Quando deve falar com um profissional
Perante os primeiros escapes de urina ou qualquer alteração no seu padrão habitual, o mais prudente é consultar um profissional de saúde, preferencialmente um urologista. A avaliação clínica é o primeiro passo para compreender o que está a acontecer e excluir outras causas urinárias ou prostáticas.
É aconselhável procurar avaliação quando:
os escapes são frequentes
a urgência interfere com a sua vida diária
sente cada vez menos tempo entre a vontade de urinar e chegar à casa de banho
surgem sintomas novos de forma repentina
as perdas aumentam rapidamente
Dor ao urinar, ardor persistente, sangue na urina, dificuldade marcada em iniciar a ou um jato muito fraco que se interrompe frequentemente são também motivos para procurar avaliação médica. O mesmo se aplica à sensação constante de esvaziamento incompleto, sobretudo se existirem antecedentes familiares de cancro da , infeções urinárias recorrentes ou perda de peso inexplicada.
Embora o treino do pavimento pélvico faça parte do tratamento conservador em muitos casos, nem todos os homens necessitam do mesmo tipo de exercício ou da mesma intensidade. Realizar contrações sem avaliação prévia ou sem aprender a técnica correta pode ser ineficaz e até contraproducente.
Um urologista ou um fisioterapeuta especializado em pavimento pélvico masculino poderá indicar o programa mais adequado para cada situação.
Consultar não significa que o problema seja grave. Significa apenas que pretende geri-lo corretamente desde o início. E quanto mais cedo for avaliado, mais fácil costuma ser encontrar uma solução adaptada a si.
Conclusão
O pavimento pélvico faz parte da sua saúde, mesmo que não o veja nem o treine diante do espelho. Trabalha todos os dias para lhe proporcionar controlo e segurança. Quando funciona bem passa despercebido; quando se enfraquece, pode afetar a sua confiança mais do que imagina.
Os hábitos contam. Cuidar da alimentação, hidratar-se adequadamente, evitar forçar o esvaziamento e dedicar alguns minutos ao fortalecimento desta musculatura são passos importantes.
Mas, se surgirem escapes ou notar alterações que o preocupem, falar com um profissional é sempre a melhor decisão. Não se trata de alarmismo, mas de gerir a situação de forma adequada. Agir atempadamente e com a orientação correta é a forma mais segura de recuperar o controlo.
Perguntas Frequentes
O QUE POSSO FAZER IMEDIATAMENTE SE TENHO PERDAS DE URINA?
O primeiro passo é não ignorar a situação. Um escape ocasional pode não ser grave, mas se começar a repetir-se é aconselhável marcar consulta com o seu médico ou com um urologista para uma avaliação adequada.
Não é recomendável iniciar exercícios por iniciativa própria sem avaliação prévia, pois nem todas as perdas de urina têm a mesma origem e uma técnica incorreta pode não ser eficaz.
Enquanto aguarda consulta, pode:
evitar forçar o esvaziamento
manter uma hidratação equilibrada
observar em que situações ocorrem os escapes
Se necessitar, TENA Men disponibiliza pensos absorventes concebidos especificamente para a anatomia masculina que permitem continuar a rotina com maior tranquilidade até receber orientação profissional. Se desejar experimentá-los, pode solicitar uma amostra gratuita aqui.
QUE ESPECIALISTA TRATA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA MASCULINA?
O urologista é o especialista responsável pela avaliação dos problemas relacionados com o aparelho urinário masculino. A consulta permite esclarecer dúvidas, identificar o tipo de e receber orientação sobre as opções mais adequadas em cada caso.
QUANTO TEMPO DEMORA A NOTAR MELHORIAS COM O TREINO DO PAVIMENTO PÉLVICO?
O estudo “The Effectiveness of Pelvic Floor Muscle Training in Men after Radical Prostatectomy”, publicado em 2022 no International Journal of Environmental Research and Public Health, avaliou um programa de 10 semanas e observou melhorias significativas na continência após esse período de treino estruturado.
Isto sugere que a consistência é essencial e que os resultados, quando surgem, normalmente exigem semanas de prática continuada.
Com uma rotina simples de exercícios – como contrações de 5 a 10 segundos da zona esfincteriana (evitando contrair glúteos e abdómen), 10 repetições, 3 vezes por dia – a melhoria pode ser significativa.
Bibliografia
“Urinary incontinence in male”, liderado por J Quentin Clemens e publicado em 2025 na UpToDate
“The Effectiveness of Pelvic Floor Muscle Training in Men after Radical Prostatectomy”, publicado en 2022 en International Journal of Environmental Research and Public Healthhttps://www.mdpi.com/1660-4601/19/5/2890
A informação contida neste artigo tem caráter meramente informativo e não substitui, em caso algum, o diagnóstico ou o tratamento médico. Perante qualquer sintoma ou dúvida relacionada com a urinária, consulte sempre o seu médico ou profissional de saúde. As fontes médicas consultadas para a elaboração destes conteúdos não prescrevem nem recomendam qualquer produto.